A FRATERNIDADE É UM CONCEITO QUE NÃO SE APLICA ATRAVÉS DE IMPOSIÇÃO POLÍTICA OU RELIGIOSA.
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quarta-feira, 27 de setembro de 2017




A PARADINHA AQUI NÃO É DA ANITTA... É A PARADINHA MUSICAL DO BLOG "SEARCHING..." 

EIS O QUE OS SEGUIDORES DO "SEARCHING..." ESTÃO OUVINDO E VENDO:


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segunda-feira, 25 de setembro de 2017


Voto distrital misto

por Marcello Richa

Em 14/09/2017



Um dos temas mais relevantes discutidos na atual reforma política é a possível adoção de um novo sistema de votação, uma vez que o atual modelo proporcional não contempla os anseios da sociedade e diminui a capacidade de decisão do eleitor. Nesse cenário, o distrital misto surge como uma opção mais democrática, próxima da sociedade e transparente em relação aos resultados eleitorais.

Pesquisa recente do Instituto Ipsos indicou que 94% dos eleitores brasileiros não se sentem representados pelos políticos em que já votaram. Isso ocorre devido à ineficiência dos representantes públicos, bem como pela distância e falta de sintonia entre os políticos e a sociedade. A mesma pesquisa mostrou também que 81% dos entrevistados consideraram que o problema do país é o sistema político.

Em artigo publicado no mês de agosto ressaltei a opção de adoção do parlamentarismo, defendido historicamente pelo PSDB, para mudar o cenário de instabilidade econômica e política que o presidencialismo brasileiro tornou constante. Entre os passos essenciais para essa mudança estão à diminuição de partidos, que já alcançou 35 siglas e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ainda analisa a criação de mais 56 legendas, o fim das coligações proporcionais e, especialmente, a implantação do voto distrital misto.

É fácil perceber no atual modelo de votação grandes discrepâncias e diluição do voto, uma vez que nomes fortes e considerados “puxadores de votos” conseguem levar consigo candidatos que conquistaram menos apoio da sociedade, mas que são beneficiados pela proporcionalidade.

Exemplos disso podem ser encontrados em todos os estados brasileiros e muitas vezes permitem que candidatos com votações duas ou três vezes menores que outros tenham condições de assumir mandatos.

A opção do voto distrital misto agregaria as melhores características do sistema proporcional, garantindo pluralidade e espaço para representantes de grupos sociais ou minorias, bem como valorizaria também os candidatos mais votados sem beneficiar, de maneira proporcional, outros nomes que conquistaram menos apoio da população.

Isso acontece porque no distrital misto a população realizaria dois votos para o legislativo: o primeiro para um candidato do seu distrito e o segundo para um partido. Caberia as legendas indicar um único candidato por distrito para concorrer ao Legislativo, o que reduziria os gastos de campanha, diminuiria o número absurdo de candidatos e faria com que eles atuassem em uma área menor e mais próxima dos eleitores. Dessa forma, pessoas atuantes em determinadas regiões teriam uma chance real de se elegerem e a população teria mais acesso para cobrar, fiscalizar e acompanhar o desempenho dos seus representantes.

A divisão do legislativo por meio do voto distrital misto geralmente é realizada com metade formada por vencedores de cada distrito (e, consequentemente, com uma atuação mais regionalizada) e a outra por candidatos dos partidos que receberam mais votos, valorizando o debate partidário, ideológico e de diferentes causas sociais.

O voto distrital misto garante a pluralidade política, facilitando a formação de maiorias parlamentares sem eliminar a representação de minorias. Logicamente que não será apenas a adoção desse sistema que irá resolver todos os problemas da política brasileira, mas é um passo na direção certa para recuperar a credibilidade e fazer com que, gradualmente, a população venha a sentir-se realmente representada pelos seus candidatos.

Marcello Richa é presidente do Instituto Teotônio Vilela do Paraná (ITV-PR).

Fonte: www.psdb.org.br

sábado, 23 de setembro de 2017




"CONTROLE"

_ Amigo, o quê você pretende fazer, agora que descobriu que sua mulher lhe trai?
_ Vou proceder da forma correta...
_ Não faça besteira, viu?... Quer dizer... você é um homem poderoso... no seu destino, muitos destinos se abrigam...
_ Meu caro amigo, o que farei é simples e arrazoado.
_ Diga.
_ Nela, a mulher traíra, infiel, dou um pé na buzanfa!
_ Boa! Atitude acertada... ela sairá sem nada?
_ Não, amigo. Darei a ela um módico pagamento mensal, por um ano, para que ela subsista sem necessidade de recorrer a subterfúgios jurídicos...
_ E, depois?
_ Depois? Mais nada. Foi ela que errou, colocando em risco nossa estampa social...
_ E ele?
_ o homem só consegue quando a mulher quer... se não foiu estupro, ela fraquejou, entao.
_ Verdade, meu amigo. Ainda bem que a situação não viralizou, como se diz hoje em dia...
_ Apenas uma coisa me incomoda, meu caro amigo...
_ Diga.
_ Não confio muito na competência do meu advogado, atualmente... vou trocar, pra garantir. Preciso ter a certeza de que tudo vai acabar bem.
_ Isso mesmo. sem sangue, sem vendeta.
_ A melhor vingança é dar a volta por cima...
_  Mas, fica uma última questão...
_ Qual?
_ Você é poderoso, já falamos, um ícone. Que satisfação vai dar aos outros amigos pro 
seu descasamento?...
_ Problemas sérios na empresa... eles afetaram minha vida pessoal. Só.
_ É... acho que o pacote tá bem amarrado.









segunda-feira, 28 de agosto de 2017

quinta-feira, 13 de julho de 2017


11/07/2017

Senado aprova modernização das leis trabalhistas




Após mais de cinco horas de impasse, o plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (11), por 50 votos a 26, o projeto de modernização das leis trabalhistas, uma das principais bandeiras defendidas pelo PSDB para que o país possa retomar o crescimento da economia e a geração de empregos. 

Os senadores rejeitaram todos os destaques apresentados ao texto, o que leva o projeto agora à sanção do presidente da República. Se houvesse mudanças no projeto, já aprovado pela Câmara, ele teria que retornar para nova votação dos deputados.

A proposta aprovada concede permissão para que acordos entre patrões e empregados, com o aval dos sindicatos, sobreponham-se à legislação vigente. O texto também prevê o fim do imposto sindical, a regulamentação do teletrabalho e regras de proteção ao trabalhador terceirizado, entre outras mudanças.

O projeto impõe ainda regras para o ajuizamento de ações trabalhistas, limites a decisões do Tribunal Superior do Trabalho, possibilidade de parcelamento de férias em três períodos e flexibilização de contratos laborais, entre outros pontos.

O líder do PSDB no Senado, Paulo Bauer (SC), lembrou que os relatores da proposta na Casa, os senadores Ricardo Ferraço (PSDB-ES), e Romero Jucá (PMDB-RR), fizeram a recomendação de vetos a serem aplicados pelo governo federal ao sancionar a proposta. Entre eles, estão itens que legislam sobre o trabalho insalubre para mulheres grávidas e a jornada de trabalho intermitente.

Invasão

A sessão, que estava marcada para a manhã desta terça, foi suspensa ao meio-dia depois que um grupo de senadoras da oposição impediu o presidente da Casa, Eunício Oliveira (PMDB-CE), de sentar-se à mesa. O vice-presidente da mesa, senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), chegou a recolher assinaturas para fazer uma sessão fora do plenário da Casa. A votação foi reaberta pelo presidente do Senado pouco depois das 18h. 

O líder do PSDB na Casa, Paulo Bauer (SC), afirmou que a atitude da oposição é antidemocrática e “quase um crime político”.

“O que está acontecendo hoje no Senado não aconteceu nem na ditadura. Impedir o funcionamento do Senado, ocupando o plenário, é um ato agressivo, antidemocrático, um ato ilegal que não pode ser praticado por senadoras e senadores de nenhum lado, muito menos da oposição. Principalmente quando essa oposição, até pouco tempo, foi governo, fez governo trágico. Um governo que deixou o país sem rumo. E, inconformada com a sua posição hoje de oposição, tenta vencer no grito. No grito ninguém vai construir nada”, argumentou Bauer.

Fonte: www.psdb.org.br

segunda-feira, 3 de julho de 2017


29/06/2017

“Angústia do futebol”

por Marcello Richa






Inegavelmente o esporte tem o poder de despertar paixões nas pessoas. Geralmente isso é algo benéfico e atua como um incentivador para que muitos pratiquem atividades saudáveis, acompanhem competições e se divirtam com os amigos. Porém essa paixão às vezes supera a linha da racionalidade, especialmente no futebol, onde o país possui um extenso histórico de violência e mortes em confronto entre torcedores.

De acordo com levantamento do jornal Lance!, o Brasil registrou 300 mortes ligadas ao futebol desde 1988, isso sem contar os incontáveis casos de agressão, vandalismo e destruição de patrimônio. Apesar de tanto tempo lidando com essa situação de violência, ainda estamos longe de alcançar uma solução para a verdadeira angústia do futebol brasileiro e exemplos recentes deixam isso claro para todos.

Apenas nesse mês assistimos duas situações que escancaram que a violência ainda continua muito presente no futebol. Antes da partida entre Corinthians e Coritiba pelo Campeonato Brasileiro, um torcedor foi brutalmente espancado e por pouco não perdeu a vida. Uma semana depois um torcedor do Goiás foi morto antes da partida contra o Vila Nova, pela Série B do Brasileiro.

Situações trágicas que demonstram a urgência do poder público, clubes, torcidas organizadas e mídia atuarem juntos para fazer do futebol aquilo que ele realmente deveria ser: um espetáculo para famílias e torcedores e um trabalho para os profissionais da área.

Infelizmente no Brasil o tema não recebe a devida atenção, as leis não preveem penas rígidas para a violência de torcedores e ocorre muita impunidade. Dados do Ministério do Esporte mostram que apenas 3% dos assassinatos relacionados ao futebol acabam em condenação, um número absurdo que demonstra a necessidade de mudarmos a nossa abordagem em relação ao problema.

Anos atrás a Inglaterra viveu um cenário no futebol até mais crítico que o do Brasil, mas superou essa realidade e se tornou um exemplo mundial graças a um conjunto de ações que incluíram a participação direta de clubes e da segurança pública. Essa mudança aconteceu devido à implantação e cumprimento de leis mais severas, melhoria de estrutura e ações efetivas de repressão e prevenção.

Entre as principais ações que realizaram estão instalações de câmeras em todos os estádios para monitoramento e verificação da presença de torcedores com comportamento violento, que eram sumariamente retirados. Também criaram a Ordem de Banimento do Futebol, que obriga o torcedor violento a ficar de três a dez anos afastados do estádio (cada vez que seu time jogar, ele tem que se apresentar a uma delegacia). Caso não o faça, é processado e preso.

Lógico que a realidade estrutural e financeira da Inglaterra é bem diferente do Brasil, mas é um exemplo de trabalho preventivo eficaz, que seguido de ações de comunicação com foco na conscientização dos torcedores, podem trazer resultados positivos.

A mudança não acontecerá do dia para a noite, mas com ações intersetoriais, punições severas, constante aprimoramento da polícia e agentes de segurança para lidar com grandes eventos esportivos, fortalecimento da comunicação e maior organização nos estádios, é possível enfrentar a cultura de violência que ainda existe no futebol brasileiro.

Marcello Richa é presidente do Instituto Teotônio Vilela do Paraná (ITV-PR)

Fonte: www.psdb.org.br