A NASA NÃO QUER QUE VEJAMOS ESTE VÍDEO... SERÁ?
A FRATERNIDADE É UM CONCEITO QUE NÃO SE APLICA ATRAVÉS DE IMPOSIÇÃO POLÍTICA OU RELIGIOSA.
(Ático Demófilo)
TÁ AFIM DE SACANEAR O BLOG ECLÉTICO?
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segunda-feira, 28 de agosto de 2017
quinta-feira, 13 de julho de 2017
11/07/2017
Senado aprova modernização das leis trabalhistas
Após mais de cinco horas de impasse, o plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (11), por 50 votos a 26, o projeto de modernização das leis trabalhistas, uma das principais bandeiras defendidas pelo PSDB para que o país possa retomar o crescimento da economia e a geração de empregos.
Os senadores rejeitaram todos os destaques apresentados ao texto, o que leva o projeto agora à sanção do presidente da República. Se houvesse mudanças no projeto, já aprovado pela Câmara, ele teria que retornar para nova votação dos deputados.
A proposta aprovada concede permissão para que acordos entre patrões e empregados, com o aval dos sindicatos, sobreponham-se à legislação vigente. O texto também prevê o fim do imposto sindical, a regulamentação do teletrabalho e regras de proteção ao trabalhador terceirizado, entre outras mudanças.
O projeto impõe ainda regras para o ajuizamento de ações trabalhistas, limites a decisões do Tribunal Superior do Trabalho, possibilidade de parcelamento de férias em três períodos e flexibilização de contratos laborais, entre outros pontos.
O líder do PSDB no Senado, Paulo Bauer (SC), lembrou que os relatores da proposta na Casa, os senadores Ricardo Ferraço (PSDB-ES), e Romero Jucá (PMDB-RR), fizeram a recomendação de vetos a serem aplicados pelo governo federal ao sancionar a proposta. Entre eles, estão itens que legislam sobre o trabalho insalubre para mulheres grávidas e a jornada de trabalho intermitente.
Invasão
A sessão, que estava marcada para a manhã desta terça, foi suspensa ao meio-dia depois que um grupo de senadoras da oposição impediu o presidente da Casa, Eunício Oliveira (PMDB-CE), de sentar-se à mesa. O vice-presidente da mesa, senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), chegou a recolher assinaturas para fazer uma sessão fora do plenário da Casa. A votação foi reaberta pelo presidente do Senado pouco depois das 18h.
O líder do PSDB na Casa, Paulo Bauer (SC), afirmou que a atitude da oposição é antidemocrática e “quase um crime político”.
“O que está acontecendo hoje no Senado não aconteceu nem na ditadura. Impedir o funcionamento do Senado, ocupando o plenário, é um ato agressivo, antidemocrático, um ato ilegal que não pode ser praticado por senadoras e senadores de nenhum lado, muito menos da oposição. Principalmente quando essa oposição, até pouco tempo, foi governo, fez governo trágico. Um governo que deixou o país sem rumo. E, inconformada com a sua posição hoje de oposição, tenta vencer no grito. No grito ninguém vai construir nada”, argumentou Bauer.
Fonte: www.psdb.org.br
segunda-feira, 3 de julho de 2017
29/06/2017
“Angústia do futebol”
por Marcello Richa
Inegavelmente o esporte tem o poder de despertar paixões nas pessoas. Geralmente isso é algo benéfico e atua como um incentivador para que muitos pratiquem atividades saudáveis, acompanhem competições e se divirtam com os amigos. Porém essa paixão às vezes supera a linha da racionalidade, especialmente no futebol, onde o país possui um extenso histórico de violência e mortes em confronto entre torcedores.
De acordo com levantamento do jornal Lance!, o Brasil registrou 300 mortes ligadas ao futebol desde 1988, isso sem contar os incontáveis casos de agressão, vandalismo e destruição de patrimônio. Apesar de tanto tempo lidando com essa situação de violência, ainda estamos longe de alcançar uma solução para a verdadeira angústia do futebol brasileiro e exemplos recentes deixam isso claro para todos.
Apenas nesse mês assistimos duas situações que escancaram que a violência ainda continua muito presente no futebol. Antes da partida entre Corinthians e Coritiba pelo Campeonato Brasileiro, um torcedor foi brutalmente espancado e por pouco não perdeu a vida. Uma semana depois um torcedor do Goiás foi morto antes da partida contra o Vila Nova, pela Série B do Brasileiro.
Situações trágicas que demonstram a urgência do poder público, clubes, torcidas organizadas e mídia atuarem juntos para fazer do futebol aquilo que ele realmente deveria ser: um espetáculo para famílias e torcedores e um trabalho para os profissionais da área.
Infelizmente no Brasil o tema não recebe a devida atenção, as leis não preveem penas rígidas para a violência de torcedores e ocorre muita impunidade. Dados do Ministério do Esporte mostram que apenas 3% dos assassinatos relacionados ao futebol acabam em condenação, um número absurdo que demonstra a necessidade de mudarmos a nossa abordagem em relação ao problema.
Anos atrás a Inglaterra viveu um cenário no futebol até mais crítico que o do Brasil, mas superou essa realidade e se tornou um exemplo mundial graças a um conjunto de ações que incluíram a participação direta de clubes e da segurança pública. Essa mudança aconteceu devido à implantação e cumprimento de leis mais severas, melhoria de estrutura e ações efetivas de repressão e prevenção.
Entre as principais ações que realizaram estão instalações de câmeras em todos os estádios para monitoramento e verificação da presença de torcedores com comportamento violento, que eram sumariamente retirados. Também criaram a Ordem de Banimento do Futebol, que obriga o torcedor violento a ficar de três a dez anos afastados do estádio (cada vez que seu time jogar, ele tem que se apresentar a uma delegacia). Caso não o faça, é processado e preso.
Lógico que a realidade estrutural e financeira da Inglaterra é bem diferente do Brasil, mas é um exemplo de trabalho preventivo eficaz, que seguido de ações de comunicação com foco na conscientização dos torcedores, podem trazer resultados positivos.
A mudança não acontecerá do dia para a noite, mas com ações intersetoriais, punições severas, constante aprimoramento da polícia e agentes de segurança para lidar com grandes eventos esportivos, fortalecimento da comunicação e maior organização nos estádios, é possível enfrentar a cultura de violência que ainda existe no futebol brasileiro.
Marcello Richa é presidente do Instituto Teotônio Vilela do Paraná (ITV-PR)
Fonte: www.psdb.org.br
sexta-feira, 23 de junho de 2017
Arquitetura e mistérios na sede da Rosacruz em Curitiba
Complexo egípcio do Bacacheri abriga a fraternidade mais antiga do mundo
Prédio
da administração: o principal símbolo é a cruz com uma rosa em seu
meio, que representa o desabrochar da consciência por meio das
experiências humanas.
A sociedade, que um dia já foi secreta para se esconder de duras perseguições, completa 60 anos de sua presença no Brasil e hoje é uma organização filosófica que busca transmitir para seus membros conhecimentos místicos sobre os grandes mistérios que cercam a existência humana e o universo, a fim de ajudar no desenvolvimento interior de cada um.
Dependências
no bosque da ordem, com hieróglifos ornamentais e colunas em forma de
papiros, que são a primeira forma de vida que surgiu no mundo, segundo
os egípcios.
A partir do século 17, a ordem, que também remonta aos cavaleiros templários – monges que aprenderam a empunhar espadas para defender Jerusalém – torna pública e oficial sua existência, creditando também algumas filiações de peso a sua história, como Leonardo da Vinci, René Descartes, Teresa de Ávila e Francis Bacon.
Egiptomania
O conjunto arquitetônico da ordem em Curitiba foi levantado no Bacacheri não por qualquer motivo esotérico, mas porque uma pequena cachoeira próxima dali roubou o coração dos representantes da fraternidade que vasculharam o Brasil atrás de um local para receber a instituição. “Aqui foi o lugar mais agradável que encontraram”, conta Marques.
O complexo começou a ser construído em 1956 sob a direção da primeira grande mestre brasileira da fraternidade, a carioca Maria Moura. Construtivamente, segue a alvenaria tradicional. E esteticamente é uma releitura contemporânea de proporções menores da arquitetura egípcia clássica.
O prédio que abriga o templo tem como fachada um pilone: uma porta monumental flanqueada por duas torres em forma de trapézios, que representam as montanhas através das quais o sol nasce. “As colunas papiriformes (que imitam papiros enrolados) são outro símbolo, pois os egípcios acreditavam que as plantas foram a primeira forma de vida criada, já que o mundo, para eles, surgiu de uma grande massa de água”, esmiúça o arqueólogo Moacir Santos, especialista em Egito Antigo. “Em resumo: o templo reproduz o instante em que o universo foi criado.”
As paredes inclinadas também são características da época, quando a técnica construtiva era mais limitada e os engenheiros eram obrigados a adotar esse formato para sustentar os edifícios. “Essas releituras são práticas antigas que começaram com os romanos, quando eles se apropriaram de alguns elementos. Mas a egiptomania ganha fôlego no século 20, quando grandes descobertas arqueológicas motivaram o interesse pelo tema.”
terça-feira, 30 de maio de 2017
24/05/2017
“O silêncio dos nada inocentes”
Uma análise do Instituto Teotônio Vilela
O turbilhão que há uma semana atinge o governo do presidente Michel Temer foi um bálsamo para os petistas. De uma hora para outra, eles saíram do foco do noticiário, que até então ocupavam com destaque, e agora estão mais quietos do que nunca. No entanto, mesmo nas novas suspeitas o PT continua sendo, disparado, o principal protagonista.
Para começar, a JBS só existe tal como a conhecemos hoje por conta dos governos petistas. Seu faturamento passou de R$ 4 bilhões em 2006 para R$ 170 bilhões em 2016, ou seja, ao longo das gestões de Lula e Dilma. Emprega hoje 260 mil pessoas, segundo perfil traçado pelo G1. São 220 fábricas em 20 países. Um monstro de tamanho.
O grupo foi cevado à base de muito dinheiro público para se tornar a maior empresa de proteína animal do mundo, mas, principalmente, a principal financiadora de campanhas políticas no Brasil: 44% do que a JBS distribuiu nos últimos tempos foi para o PT, percentual que sobe para 76% quando se considera a coalizão PT-PMDB que governou o país desde 2003, informou O Estado de S. Paulo no domingo.
Aportes bilionários de dinheiro público foram feitos na empresa, a ponto de o BNDES ser dono de 21% de um frigorífico – a operação ainda está sob apuração do TCU. Tudo feito sob a coordenação e com a participação direta do então ministro da Fazenda dos governos petistas. A investigação deflagrada na semana passada indica que a função de Guido Mantega era negociar benefícios públicos com a companhia e garantir dinheiro privado para campanhas do PT.
Não só de dinheiro para campanhas foi feita a ajudinha da JBS aos petistas. Segundo a delação negociada por Joesley Batista com o Ministério Público, o conglomerado também franqueou contas correntes no exterior para Lula e Dilma no montante de US$ 150 milhões. O valor engrossaria a polpuda reserva de pelo menos R$ 82 milhões que o ex-presidente também teria recebido de outros corruptores, segundo O Globo.
O turbilhão atual não foi conveniente apenas para colocar o PT em segundo plano no escândalo ora em marcha. Serviu também para nublar a decisão da força-tarefa da Lava Jato, anunciada anteontem, de denunciar Lula à Justiça Federal pela terceira vez, agora por corrupção e lavagem de dinheiro relacionadas ao sítio dele em Atibaia (SP).
Resta claro que a crise em que estamos mergulhados não atenta somente contra os interesses do próprio país, por colocar em risco a incipiente recuperação que estava em voga. Serve, sobretudo, para permitir que os principais culpados pelo estado de coisas em que o cenário político do Brasil se encontra fiquem bem caladinhos, num silêncio que nada tem inocente.
Fonte: www.psdb.org.br
quarta-feira, 17 de maio de 2017
"CORDEIRO DE DEUS"
Por Siriso Proclama
Não sou sectário de qualquer religião específica, porém, nutro alguma admiração pela palavra cristã.
Sabemos que Jesus foi, e ainda é, um ícone da consciência divina e universal, assim como Buda e outros iluminados.
Na minha opinião, o grande problema com o cristianismo, em especial, o católico-romano, é que difunde-se nas igrejas a imagem de um homem torturado, ensanguentado e moribundo, pregado na cruz.
A alegação dos padres, ministros do catolicismo de Roma, é de que os fiéis precisam lembrar-se constantemente, de que o Cristo, morreu, voluntariamente, dando sua vida na tortura da cruz para a salvação dos homens, inclusive os que na cruz o pregaram...
Ao menos é essa a impressão que fica latente na mente de qualquer um que assista a uma bela missa dominical... imagine, então, na mente dos fiéis ardoroso?! Certamente, esperam por toda a existência um novo Cristo, que os salvará de seus pecados, levando-os à segurança da vida eterna que, o padre promete, todos os dias, na igreja, em nome de Jesus.
Olhar uma cruz católica, atrás do altar, no fundo da nave da igreja, com o Cristo pregado nela, sempre me deu calafrios e estranheza...
Afinal, cabe uma pergunta?
Você, internauta e leitor, se acaso tivesse a infelicidade de perder um ente querido, atropelado, no trânsito louco das ruas de sua cidade, você iria até o cadáver fresquinho e registrava com seu celular o corpo do defunto? E, depois disso, mandaria emoldurar a foto pra colocar na estante da sala com a finalidade de lembrar o quanto o morto era uma boa pessoa?
Certamente, não. Ninguém faz isso... exceto a Igreja Católica Apostólica Romana, com Jesus na cruz, bem ali, atrás do altar...
Cabe ainda uma outra pergunta?
Por que os padres católicos não explicam, aos fiéis mais instruídos, o fato, constatado cientificamente, de que Jesus teve o corpo retirado da cruz sem fratura alguma nos ossos?
Se você não entendeu, saiba que os romanos quebravam as pernas de todos os crucificados para que o peso do corpo, sem sustentação, apressasse a morte por sufocamento, finalidade última deste instrumento de tortura, muito popular na civilização dos Césares, a cruz...
Pense nisso.
Pensou?
Então, se você, baseado no que leu até aqui, aceitasse a suposição de que, talvez, Jesus não tenha ressuscitado por ter sido retirado com vida da cruz, à revelia de tudo o que sabemos, através de tradições e traduções... você não concordaria que a ideia de um Cristo sofredor é, na verdade, uma prática da barbárie medieval de sacrifícios oferecidos à um deus qualquer?
Quando penso nessas coisas religiosas, lembro-me sempre do título do filme oscarizado "O Silêncio Dos Inocentes", aquele do serial killer Hannibal Lecter.
No filme, o silêncio do título se refere aos cordeiros (as vítimas de Hannibal) ou aos lobos da humanidade, que sempre alegam nada saber?
Eu creio em Deus, mas, sou teísta.
Creio que Jesus não veio à Terra, e nem virá novamente, como um sacrifício, um cordeiro, empenhando a própria vida na salvação da humanidade... creio que Jesus veio sim, e talvez retorne, como um mestre iluminado, para ensinar aos que quiserem aprender, mas, nunca sofredor, nunca cordeiro.
Ele virá, se vier, adaptado aos dias de hoje, como qualquer um de nós e até com alguns defeitos... acho que não viria como um religioso... talvez venha como um policial ou político, um garçom, artista ou jogador de futebol... para mim ele virá como uma espécie de agente secreto, um X-9 d'O Criador, um mestre cósmico, encarnado em homem comum, com mulher, filho, namorada, amigos e, às vezes, até com um pouquinho de mau-humor...
Se Ele vier, acho vem à passeio, com uma chave de fenda na mão para apertar alguns parafusos.
terça-feira, 16 de maio de 2017
UMA CURTA RESENHA DE ALIEN-COVENANT
Por Ático Demófilo
"O Ouro do Reno" é uma ópera do compositor alemão Richard Wagner, a primeira parte das quatro óperas que compõem a tetralogia de "O Anel do Nibelungo".
A parte 4, "A Entrada Dos Deuses Em Valhala" é o som que permeia início e final de ALIEN- COVENANT, filme que explica toda a série ALIEN, desde "O 8° PASSAGEIRO", nos anos 80.
Antes do final dos créditos iniciais o filme já devolve o dinheiro da entrada a qualquer espectador inteligente. Você pode até sair do cinema, já, totalmente satisfeito com o dialogo inicial, acima de muitas expectativas... porém, se ficar na sala de exibição, vai assistir um ótimo exercício de suspense, terror e ficção científica.
A costumeira direção impecável de RIDDLEY SCOTT, pai do primeiro ALIEN (O 8° PASSAGEIRO), não desliza um segundo sequer, prendendo a atenção durante duas horas de um filme tecnicamente perfeito.
ALIEN- COVENANT agrada à todas as platéias, mas é obrigatório para os fãs de ficção científica que, de preferência, tenham uma visão mística da Criação entendendo o sentido de causa e efeito.
O símbolo/logo da astronave USCSS-COVENANT, exibido nos uniformes da tripulação, é, no mínimo, bastante interessante para quem já é "mais um".
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